REAJUSTE NA BRF: É preciso respeitar a vontade do trabalhador, afirma presidente

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REAJUSTE NA BRF: É preciso respeitar a vontade do trabalhador, afirma presidente

|Informações de Assessoria - Toledo (PR) | - Um dia após os trabalhadores da unidade da BRF de Toledo aprovarem em Assembleia Geral Extraordinária a proposta de reajuste salarial levada pelo Sindicato dos trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Toledo e Região após sete rodadas de negociações, o presidente do Sindicato João Moacir Lopes Belino, comentou o resultado da eleição.

Momento em que o presidente João Moacir declara o resultado da assembleia (image-divulgação)

De acordo com o presidente, a decisão dos trabalhadores foi uma unanimidade, pois 3.142 votaram pela aprovação com 90,8% contra apenas 289 votos pela não aprovação (8,34%). 24 votaram em branco e outros sete anularam, totalizando 3.462 votos.

“Acredito que com mais de 50% dos trabalhadores comparecendo para votar e a maioria decidindo pela aprovação não deixa qualquer margem para questionamentos e não se pode dizer que houve pressão da empresa, pois, o voto foi secreto e cada um votou naquilo que tinha convicção”, afirmou o dirigente.

A demora para a renovação do ACT 2017/2018, segundo João Moacir, também pode ser justificada. “Além das cláusulas econômicas, as principais reivindicações era impedir a imposição da nova legislação trabalhista que pretende retirar direitos e manter as cláusulas já conquistadas nos acordos coletivos anteriores com a empresa”, disse João Moacir.

Diferente dos outros anos, a proposta votada na segunda-feira será válida para renovação do ACT 2017/2018 que permite que os mais de 6.000 trabalhadores da unidade local recebam o reajuste retroativo a novembro/2017 já nos vencimentos do mês de outubro e também para o ACT 2018/2019, que na prática garante o reajuste da categoria corrigido pelo INPC acumulado nos últimos 12 meses.

EM ACORDO

Além do reajuste linear de 1,83% para toda a categoria, os dois ACTs aprovados também contemplam aumentos nos pisos salariais inicial e de efetivação, no cartão alimentação, adicional por tempo de serviço que foi de três para quatro quinquênios de 3% com teto reajustado pelo INPC, base de cálculo de insalubridade de R$ 987,75 ou o valor do salário mínimo nacional (o que for maior), auxílio escolar de R$ 91,65 e auxílio creche com 12 parcelas mensais de 10% sobre o piso salarial de efetivação com início após o término da Licença Maternidade e regresso da mãe à empresa. O adicional noturno foi mantido com hora de 60 minutos com adicional de 48%.

Fonte: STIA-TOLEDO

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